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Algodão Bollgard foi tema de debate de consultores da Monsanto |
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Notícias Monsanto
Consciência para todos
Grupo de consultores participou de encontro, em julho, para discutir soluções para o constante avanço da cotonicultura nacional
O algodão é uma das culturas mais exigentes do agronegócio. Em poucas lavouras se observa o complexo grau de tecnologia que é empregado no cultivo desta pluma. Tais características fazem dos cotonicultores verdadeiros empresários, que administram suas fazendas como grandes empresas. Neste cenário, tem grande destaque a figura do consultor privado, um profissional responsável pela orientação e recomendação das melhores opções técnicas a serem adotadas pelo agricultor-empresário.
Por este motivo, o time de Negócios Algodão da Monsanto adotou um arrojado projeto de relacionamento, denominado Programa ConsCiência – Conselheiros de Algodão – Biotecnologia Monsanto. Trata-se de um grupo de cooperação, nascido com o objetivo de proporcionar o intercâmbio de informações e o aprimoramento destes profissionais. O grupo é formado pelos principais influenciadores do mercado – consultores privados, e por representantes da Monsanto.
Como parte das atividades do grupo, foi realizado, no mês de julho, em Gramado (RS), um encontro dos consultores para a troca de experiências e a discussão de oportunidade de novos caminhos para a cotonicultura brasileira por meio da biotecnologia, tendo como primeira ferramenta a tecnologia Bollgard®, desenvolvida pela Monsanto para o controle de insetos-praga e aprovada para cultivo comercial no Brasil em 2005.
Para comprovar que biotecnologia é uma via para a obtenção de ganhos em produtividade e economia em aplicações de defensivos agrícolas, os consultores Paul Pilsner e Juan Landivar descreveram, durante o evento, suas experiências com o algodão transgênico resistente a pragas nos EUA e Argentina, respectivamente. “O que o Bollgard® confere à lavoura é segurança e tranqüilidade”, disse Pilsner. A Argentina ocupa a segunda posição no cultivo de variedades geneticamente modificadas, atrás apenas dos EUA.
Para Juan Landivar, “sem a adoção dos transgênicos, a Índia ainda seria o terceiro maior importador de algodão do mundo, posição diferente da que ocupa atualmente como segundo maior exportador mundial”.
Uma observação importante dos especialistas estrangeiros, passada durante a reunião, foi a importância da área de refúgio. Em suas palestras, ambos destacaram o quanto o respeito à manutenção desta área é fundamental para a efetividade da tecnologia Bollgard®.
Após uma semana de discussões, o algodão transgênico firmou-se entre os participantes do evento como forte aliado do agronegócio brasileiro. A expectativa de que a adoção ao Bollgard® aumente a cada safra, contribuindo cada vez mais para a melhoria dos rendimentos dos produtores e a minimização das desigualdades sociais no campo, é mais um motivo para que este se estabeleça como aliado da agricultura mais sustentável.
Expansão no Brasil
De acordo com o último relatório do ISAAA (Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações em Agrobiotecnologia) divulgado em fevereiro deste ano, os agricultores brasileiros cultivaram 15 milhões de hectares de lavouras transgênicas em 2007. Deste total, 144 mil hectares foram dedicados ao cultivo do algodão Bollgard®.
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