Meio Ambiente
Parceria em prol da biodiversidade brasileira |

APP 100% Legal: incentivo à recuperação de Áreas de Preservação Permanentes na região do Cerrado baiano
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Desenvolvido em parceria pela Monsanto e pela Conservação Internacional para a preservação de dois importantes corredores de biodiversidade – Mata Atlântica e Cerrado –, o programa “Produzir e Conservar” chegou ao terceiro ano com avanços importantes de mapeamento de áreas de preservação e implantação de ações iniciais. Durante a apresentação dos resultados de mais um ano do projeto, Fabio Scarano, presidente da CI-Brasil, destacou a importância do trabalho em conjunto da Monsanto com a entidade. “A parceria é muito original, transpõe uma barreira e cria diálogo entre os setores agrícolas e ambientais”, diz.
O programa tem como objetivo de médio e longo prazos extinção zero, desmatamento ilegal zero, cumprimento da legislação ambiental na cadeia agropecuária e reestruturação da política de sustentabilidade da Monsanto. A parceria começou em 2008 e tem duração prevista de cinco anos, com um investimento total de US$ 13 milhões nesse período, dividido de forma igual entre as duas organizações. |
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Entrevista Livro reacende debate sobre orgânicos e transgênicos na Espanha |

Mulet: "A verdade é que por trás do mercado verde há muita ideologia, mas pouca ciência"
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Um livro chamado Los productos naturales! Vaya timo! (algo como Produtos Naturais, que fraude!) vem incentivando debates na Espanha. Especialmente depois de seu autor – o professor de Biotecnologia da Universidade Politecnica de Valencia, Jose Miguel Mulet – ter concedido uma entrevista ao diário catalão La Vanguardia, na qual afirmou que os defensores de produtos naturais são “bons de papo, mas têm pouca base científica”.
Mulet abriu espaço para opiniões diversas no blog homônimo ao livro (www.losproductosnaturales.com), discutindo ciência e biotecnologia. “Trato de buscar, do ponto de vista científico, o que há de verdade e de mentira por trás da publicidade e da percepção das pessoas de que os produtos naturais são melhores para a saúde e o meio ambiente”, diz ele em conversa com o Monsanto em Campo. |
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Recursos Humanos
Funcionários reconhecem a política de gestão da Monsanto |

Fernando Guimarães, André Franco, Claudia Barbosa, Rodrigo Santos e Geraldo Magella representaram a Monsanto no evento organizado pelas revistas Exame e Você S/A
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A Monsanto acaba de receber, pelo 12º ano consecutivo, duas das principais premiações de recursos humanos do Brasil: o “Melhores Empresas para Trabalhar”, concedido em agosto pelo instituto Great Place to Work (GPTW) em parceria com a revista Época, e o “As Melhores Empresas Para Você Trabalhar”, levantamento das revistas Exame e Você S/A em parceria com a FIA-USP (Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo), divulgado em setembro.
O fato, que coloca a empresa em um seleto grupo, reforça o rumo adotado pela Monsanto no país: a real valorização do lado humano do colaborador. “Oferecer condições para que as pessoas trabalhem bem e felizes é sinônimo de maior produtividade e melhora da qualidade de vida”, destaca André Franco, diretor de Recursos Humanos da Monsanto. Para o executivo, essa estratégia foi fundamental para a conquista dos reconhecimentos ao longo desses anos. “Investir no colaborador permite que eles coloquem suas competências a favor do negócio e tenham a segurança que trabalham em uma empresa que pensa neles”, afirma. Para se ter uma ideia da importância do reconhecimento, no caso da premiação da Época e GPTW, apenas nove organizações figuram no guia por 12 edições consecutivas e cerca de 30% das empresas listadas não conseguem índice para retornar no ano seguinte. |
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Tendências
Inovação para agricultura |

Produtores de várias regiões agrícolas do Brasil visitaram estande da Monsanto na principal feira agrícola dos Estados Unidos |
Um desafio e uma oportunidade. É assim que a Monsanto enxerga seu compromisso de aumentar a produção dos principais grãos, gerando menos impacto ao meio ambiente. “Todas as economias emergentes do mundo são protagonistas de um dos maiores desafios do mercado agrícola: suprir a demanda de alimentos de uma maneira sustentável. Oferta e demanda irão se equilibrar apenas quando aumentarmos o índice de rentabilidade por hectare. E os cultivos que irão crescer mais rapidamente são soja e milho”, afirmou o líder de negócios internacionais da Monsanto Company, Jesus Madrazo, durante encontro com agricultores, distribuidores e cooperativas brasileiras no Monsanto Technology Tour, viagem pelo meio-oeste dos Estados Unidos que apresenta as inovações já aplicadas no campo naquele país e o que deve ser lançado em breve.
Madrazo também lembrou que a companhia investe 10% de seu faturamento global, o equivalente a US$ 3 milhões por dia, em pesquisa e desenvolvimento de biotecnologia e germoplasma. “Nosso objetivo é continuar oferecendo tecnologias e soluções agronômicas que agreguem valor ao negócio de nossos maiores parceiros: os agricultores de todo o mundo”, disse. Segundo o executivo, a produtividade do milho já cresce 2% ao ano graças às tecnologias já presentes no mercado. Se as inovações não estivessem disponíveis e a produtividade aumentasse apenas a metade, seriam necessários plantar mais 10 milhões de hectares da cultura no Brasil e mais 6 milhões de hectares nos Estados Unidos para alcançar o mesmo volume.
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