Agricultura
Eficácia comprovada
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Segundo o estudo, a adoção da biotecnologia continua a contribuir para a redução da emissão de gases causadores do efeito estufa, reduzir a aplicação de pesticidas, além de aumentar a produtividade.
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Em 2009, a biotecnologia gerou, globalmente, um ganho da rentabilidade agrícola de US$ 10 bilhões – o mesmo que adicionar 4% ao valor global de produção nas quatro principais culturas geneticamente modificadas: soja, milho, algodão e canola. Se for considerado o período de 1996 até 2009, os ganhos dos produtores cresceram US$ 64 bilhões. Os dados são da pesquisa sequencial “GM Crops: global socio-economic and enviromental impacts 1996-2009” (“Sementes Geneticamente Modificadas: impactos socioeconômicos e ambientais 1996-2009”), divulgada recentemente e realizada pela consultoria agrícola PG Economics, dos economistas britânicos Graham Brookes e Peter Barfoot.
O documento ressalta a rápida adoção da biotecnologia no Brasil, graças aos enormes benefícios gerados pelos grãos geneticamente modificados. Antes da biotecnologia, os gastos na lavoura ficavam entre US$ 30 e US$ 81, agora os custos para o agricultor variam entre US$ 9 e US$ 61 por hectare. Em termos de valor, a adoção da soja tolerante ao herbicida gerou um aumento de produtividade de cerca de 1,7% ao ano (1,1 milhão de toneladas). |
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Notícias do Agronegócio
Pesquisa brasileira tem reconhecimento internacional
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O pesquisador Filipe Sávio vai terminar doutorado sobre arroz tolerante à seca no exterior graças ao apoio do programa
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O brasileiro Filipe Luis Sávio foi um dos pesquisadores selecionados na terceira edição do Programa Beachell-Borlaug International Scholars, idealizado pela Monsanto em parceria com a agência Texas AgriLife Research, da Universidade do Texas A&M (EUA). O objetivo do programa é conceder bolsas de estudos para cientistas e estudantes universitários interessados em desenvolver novas tecnologias de produção de arroz e trigo.
Sávio é aluno do doutorado direto do programa de pós-graduação em Genética e Melhoramento de Plantas na ESALQ-USP (Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", da Universidade de São Paulo). Com a bolsa, ele irá desenvolver parte de seu projeto para arroz "Mapeamento associativo e desenvolvimento de marcadores funcionais para tolerância ao estresse hídrico" na Universidade de Aberdeen, na Escócia, e na Universidade de Cornell, nos Estados Unidos. |
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Comunidade
Nutrição ao alcance de todos
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Além de melhoria nutricional, o programa proporciona a geração de renda e inclusão social das famílias envolvidas
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A boa alimentação é fator fundamental para o desenvolvimento humano. Consciente disso, a Monsanto lançou em maio, na cidade de Uberlândia (MG), o Programa Bem Nutrir. Com essa nova iniciativa, a empresa pretende incentivar o consumo de hortaliças em comunidades carentes de várias partes do Brasil. O objetivo é promover a melhoria nutricional, por meio do cultivo de hortas comunitárias, melhor aproveitamento dos alimentos e o consumo consciente, além de proporcionar a geração de renda e inclusão social das famílias envolvidas. Baseado na doação de sementes de hortaliças, orientação técnica e nutricional, além de subsídio para compra de equipamentos, o programa terá nessa primeira fase a participação de quatro entidades: Cidade dos Meninos (Campinas – SP), Amigos do Bem (Sertão de Pernambuco), InMed Brasil (atuante em todo o Brasil) e Ação Moradia (Uberlândia - MG).
O Bem Nutrir vem ao encontro de outro projeto de sucesso da Monsanto, o "Crianças Saudáveis, Futuro Saudável", realizado com a ONG Inmed Brasil, que já beneficiou mais de 100 mil crianças de escolas públicas do país. |
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Notícias Monsanto
Na vanguarda do mercado financeiro
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Segundo Eduardo Bezerra, da Monsanto, fundo é uma forma de ser mais transparente com o mercado, conquistando novos agentes financiadores para o segmento agrícola |
Depois de uma primeira experiência com sucesso acima do esperado, a Monsanto encerrou em abril a segunda emissão do FIDC (Fundo de Investimento em Direitos Creditórios), como uma alternativa para captação de recursos no mercado financeiro. A aceitação positiva já foi identificada durante os roadshows, realizados em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, com asset managements, fundos de pensão e administradores de grandes fortunas, e a receptividade foi excelente tanto de cotistas da primeira série, que se demonstraram bastante satisfeitos com a performance do fundo, quanto de outros potenciais investidores que já acompanhavam o fundo.
No caso da Monsanto, os ativos do FIDC foram compostos de recebíveis originados das vendas a prazo realizadas exclusivamente pela Monsanto do Brasil e pelas marcas ligadas a ela (Roundup, Scout, Dekalb, Sementes Agroceres e Agroeste). |
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