MILHO
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Segundo o estudo "Lavouras GM: os primeiros dez anos - impactos sociais, econômicos e ambientais globais", (2007) de autoria dos economistas Graham Brookes e Peter Barfoot, da consultoria inglesa PG Economics, é um dos primeiros levantamentos quantitativos sobre o impacto da biotecnologia de 1996 - 2006:
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O milho tolerante a herbicidas (HT) foi responsável pela redução de 36,5 mil toneladas de defensivos agrícolas
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O milho resistente a insetos-pragas (Bt) foi responsável pela redução de 7 mil toneladas de defensivos agrícolas
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O estudo "Impacto previsto do milho transgênico tolerante a herbicida na qualidade da água potável nas bacias hidrográficas no meio-oeste dos Estados Unidos", divulgado na edição 58 (julho 2006) da revista Pest Management Science, mostra que a biotecnologia agrícola reflete, também, na qualidade da água consumida por humanos e animais.
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A substituição do cultivo de plantas que utilizam herbicidas pré-emergentes por compostos pós-emergentes, adotados nas culturas transgênicas, reduz significativamente a concentração de herbicidas em bacias hidrográficas vulneráveis, ou seja, naquelas próximas a áreas agrícolas. Além disso, como os agroquímicos utilizados nas lavouras tolerantes a herbicidas possuem o mais baixo grau de toxicidade, seu pouco resíduo nas correntes de água resulta em baixo risco na água potável.
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A investigação, conduzida por pesquisadores do USDA, Universidade da Geórgia, Universidade do Estado de Iowa, Universidade da Florida, Heidelberg College (Ohio), em parceria com as empresas privadas Aventis Cropscience, Stone Environmental e Monsanto, apontou que o milho tolerante a herbicida, por receber somente um tipo de herbicida - seja ele glifosato ou glufosinato - diminui de cinco a dez vezes o resquício do composto químico na corrente de água, quando comparado às substâncias utilizadas nas lavouras convencionais. A íntegra do estudo pode ser conferida no site do AgBiotechNet, http://www.agbiotechnet.com/news/database/guestnews.asp
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O estudo canadense Modeling Effects of Environment, Insect Damage, and Bt Genotypes on Fumonisin Accumulation in Maize in Argentina and the Philippines (em português, Modelando Efeitos da acumulação de Fumonisina no Meio Ambiente, Danos de Inseto e os Genótipos do Bt no milho na Argentina e nas Filipinas), publicado na revista científica holandesa Mycopathologia, informa que:
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A redução dos danos causados ao meio ambiente e os gastos com o controle sanitário do produto, além de melhorar a qualidade de vida do produtor e oferecer alimento mais saudável ao mercado. A redução de custos com a menor aplicação de inseticidas se reflete também no menor uso de maquinário, mão-de-obra e agroquímicos.
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O estudo do National Center for Food and Agricultural Policy (NCFAP), "Os impactos das colheitas derivadas da biotecnologia na agricultura dos Estados Unidos em 2005" (nov/2006) - www.ncfap.org, diz que:
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No geral, o uso de milho geneticamente modificado tolerante a herbicidas reduziu o uso de herbicidas em 9,88 milhões de kg (8,3 graças ao glifosato e 1,58 ao glufosinato) em 2005, o que trouxe economia de US$ 269 milhões, devido ao menor curso de manejo.
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O milho resistente à lagarta do cartucho apresentou redução do uso de inseticidas (27% a menos).
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O milho resistente à lagarta da raiz proporcionou aos produtores redução de 1,82 milhão de aplicações de inseticidas.
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Levantamento intitulado "Benefícios da utilização do milho com tecnologia YieldGard® nos diferentes segmentos da cadeia produtiva no Brasil", do professor Luís Antonio Fancelli (Esalq/USP), feito entre 1999 e 2000, revela que o milho YieldGard® permite economia e segurança a todos os envolvidos na produção agrícola, desde as propriedades rurais, passando pelos armazéns, esmagadoras, até chegar às indústrias de alimentos e consumidor final.
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