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A Agência Francesa de Segurança Alimentar (AFSSA) divulgou recentemente um relatório informando que as colheitas transgênicas podem beneficiar a saúde humana. Para a elaboração do documento, os autores estudaram quatro produtos desenvolvidos pela biotecnologia: milho resistente a insetos (Bt), beterraba tolerante ao glifosato, arroz enriquecido com vitamina A e algumas espécies de microorganismos geneticamente modificados. De acordo com o relatório, o cultivo de plantas geneticamente modificadas, especialmente as variedades de algodão e milho resistente a insetos, permite a redução do uso de agroquímicos, diminuindo assim a contaminação dos agricultores, principalmente nos países em desenvolvimento, onde a pulverização é feita sem os devidos equipamentos de proteção. Além disso, o milho Bt possui menores teores de micotoxinas, beneficiando também o gado alimentado com a ração preparada com este grão. Ainda segundo o documento preparado pela AFSSA, o cultivo de beterraba transgênica resistente ao glifosato traz vantagem ao meio ambiente, já que as variedade convencionais exigem, pelo menos, sete aplicações de diferentes herbicidas. O estudo também informa que as pesquisas com o arroz geneticamente modificado enriquecido com vitamina A devem ser consideradas uma "realidade e não uma utopia". Por fim, os cientistas da agência francesa ressaltam que o atual debate sobre transgênicos na Europa está focado apenas em riscos potenciais; por este motivo o relatório foi baseado nos benefícios do uso da biotecnologia. Clique e veja a íntegra do relatório do AFSSA
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